Artigo: A realidade da Geração Cyborg


Muito se fala sobre a geração cyborg. Sobre um mundo em que o ser humano está conectado simbioticamente com a tecnologia. Pessoas que têm implantados em seus corpos chips, imãs, antenas e até pen drives e fones de ouvido. Porém, se pararmos para pensar já somos todos cyborgs mesmo sem ter nenhum sistema eletrônico no corpo para aumentar a capacidade de pensar ou melhorar o alcance dos sentidos.

Nascemos para criar dispositivos, para guardar informações e processá-las fora do cérebro, ou seja, a nossa mente extrapola o nosso corpo e está difusa pelo mundo. Com a geração cyborg, o estreitamento com a tecnologia é ainda maior, pois são pessoas que usam a inovação como um meio para processar informações e adquirir conhecimento. O hábito de trazer o que é atual para facilitar o dia a dia faz com que essa geração não seja apenas uma consumidora de tecnologia, mas principalmente uma importante contribuinte desse mundo hiperconectado. Uma das características dos cyborgs e que os tornam especialmente habilidosos é que essas pessoas desenvolvem um pensamento não linear das coisas, influenciando positivamente o seu campo criativo e sua contribuição para o mundo.

E então? O quanto você se identifica com a geração Cyborg e quanto a sua vida está envolvida com a tecnologia?

Ana Cláudia Medeiros – Gestora de Gestão e Gente